Redes Social

twitterfacebookgoogle pluslinkedinrss feedemail

Add slider



















segunda-feira, 1 de setembro de 2014

OCEANOS E O CLIMA

Ao longo dos últimos anos uma das principais questões na ciência climática é por que desde o início do século as temperaturas de superfície médias da Terra não aumentaram, embora a concentração na atmosfera de captura de dióxido de carbono tenha começado a subir.
Essa “pausa” no aquecimento global foi apropriada por aqueles que são céticos em relação ao fato de que a humanidade tem que agir para reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa ou até mesmo por aqueles que consideram que o aquecimento global causado pelo homem é em si uma fantasia.
As pessoas que entendem a lei da conservação de energia, no entanto, encaram com ceticismo essas posições e duvidam que a pausa seja uma boa notícia. Eles prefeririam entender onde a energia que está faltando foi parar, e o porquê  e, portanto pode-se esperar que a pausa continue.
A explicação mais provável é que o calor está escondido nos oceanos, os quais armazenam nove vezes mais o calor do sol que a atmosfera e a superfície terrestres juntas. Mas até essa semana as descrições de como o mar pode fazer isso se baseavam em grande parte em modelos computacionais. Agora, graças a um estudo publicado no periódico Science por Chen Xianyao da Universidade do Oceano na China, Qingdao, e Ka-Kit Tung da Universidade de Washington, Seattle, há dados para comprovar a hipótese.
O Dr. Chen e o Dr. Tung mostraram exatamente onde o calor que desapareceu está se escondendo. Os dois pesquisadores tiraram essa conclusão a partir de observações coletadas por 3 mil flutuadores instalados pelo Argo, um projeto de colaboração científica internacional. Os equipamentos mediram a temperatura e a salinidade dos primeiros 2.000 metros de profundidade dos oceanos do mundo.
Isso coloca uma implicação intrigante. Porque o Pacífico costumava ser considerado o principal armazém de calor do mundo, as flutuações de temperatura que o afetam são consideradas uma das influências mais importantes sobre o clima.
Durante um El Niño, por exemplo, água quente do oeste do Pacífico se move para o leste sobre o assoalho marinho mais frio da região, esquentando a atmosfera. Kevin Trenberth do National Center for Atmospheric Research, dos EUA, sugeriu que um El Niño forte poderia produzir um salto nas temperaturas do ar de superfície e dar início ao fim da pausa. Há alguns meses um El Niño mais forte foi previsto, embora as chances de isso acontecer parecem ter diminuído recentemente.

sábado, 30 de agosto de 2014

EUA: lagosta azul



Uma lagosta azul foi pescada no último sábado no Maine, Estados Unidos. 

A adolescente Megan LaPlante, de 14 anos, que trabalha com o pai Jay na empresa Miss Megan Lobster Catch, voltada para a comercialização do animal, encontrou a rara espécie em uma das armadilhas de pesca armadas por eles. 

De acordo com a ABC News, há uma lagosta azul a cada dois milhões delas.

A coloração azul metalizada provocada por uma alteração genética salvou a vida do crustáceo. Em vez de ser vendida para empresas de alimentação - destino das outras lagostas pescadas naquele dia, Skyler, como foi apelidada pela família, foi doada para o Aquário Estadual do Maine.

Estresse pode causar derrames e transtornos compulsivos



A pressão sempre 12 por 8 chega a 15 por 9. O coração acelera e o braço parece dormente. Corrida ao médico. Será algo grave? O interesse sexual já não é o mesmo. Do nada, um ataque de asma. Sem explicação, aparece uma alergia. De uma hora para outra, dor muscular, lombalgia. Diagnóstico: tudo resultado ou culpa do estresse, um vilão silencioso e perigoso.
A psiquiatra e psicanalista Sandra Maria Melo Carvalhais explica que é frequente associarmos a condição com doenças, como se fosse sempre uma vivência nociva, patológica, com consequências negativas para o corpo e/ou a mente. Entretanto, ela enfatiza que o estresse é uma reação de defesa e adaptação frente a um agente estressor (ou situação estressante) com o objetivo de preparar o organismo para perceber a situação e reagir ao estímulo com respostas adequadas.

STF: policiais militares não podem investigar crimes comuns

No Brasil está ocorrendo uma derrama indevida de autorizações judiciais avulsas para policiais militares cumprirem mandados de busca e apreensão sem nenhum respaldo legal ou inquérito policial referente ao motivo da diligência. O mesmo acontece para investigar delitos comuns e ainda confeccionar procedimentos como TCOs. Não é o fato de saber investigar que há esse direito, pois um bacharel em Direito, em tese, sabe elaborar uma denúncia, uma sentença e um acórdão, e não por isso poderá assinar tais documentos. Isso se aplica, também nas investigações policiais. A reportagem é da Revista Defesa Social & Portal Nacional dos Delegados.
Bom exemplo ocorre no Estado do Mato Grosso do Sul, onde o próprio secretário da segurança normatizou a proibição de PMs investigar crimes comuns. Como suplemento, até o Ministério Público endossou tal conduta, confirmando a atribuição privativa das polícias judiciárias para investigação.
O Supremo Tribunal Federal definiu que somente as polícias judiciárias e, principalmente a Polícia Civil, possuem atribuições especificadas na Constituição Federal para estudarem e investigarem crimes comuns, com as recomendáveis autuações e solicitações de medidas cautelares preparatórias para possível processo judicial, afastando quaisquer outras interferências relacionadas.
Caso policiais militares investiguem delitos comuns e, ainda, produzam autos para formalizarem isso, criarão provas ilegais, por ilegitimidade de atribuições, inclusive o cumprimento de mandado de busca e apreensão, quando o requisitante é o próprio policial militar.
Expediente que não tem amparo processual, onde o resultado da diligência não possuirá conteúdo legal apto a preencher os requisitos necessários para consolidação das provas penais. Um prato cheio para advogados ajuizarem HCs.
Assim, para existir busca e apreensão, deve existir um inquérito ou um processo judicial relacionado. Únicos procedimentos jurídicos capazes de expor os trâmites legais para alcance do ius puniendi.

Bicicleta cadeado

Três estudantes chilenos desenvolveram um protótipo de bicicleta que não pode ser roubada. A Yerka Project foi criada por Andrés Roi, Cristóbal Cabello e Juan José Monsalve com o objetivo de evitar o furto. Na verdade, ela até pode ser roubada, mas o criminoso acabará por inutilizar a bicicleta, não podendo leva-la.
A proposta desse projeto é transformar a bicicleta no próprio cadeado. O tubo diagonal do quadro é composto por duas partes, as quais o usuário poderá dividir para encaixar em uma grade ou poste.
Após esse processo, ele conectará o selim que funciona como trava. Apesar de parecer complicado, os estudantes garantem que esse processo pode ser finalizado em até 20 segundos.
Com a Yerka, o ciclista não precisará utilizar travas convencionais, que são facilmente inutilizadas pelos criminosos. Ainda em fase de testes, o projeto da Yerka não tem financiamento e nem previsão para ser comercializada. O preço de mercado também não foi definido.
Confira abaixo um vídeo mostrando como ela funciona:



quinta-feira, 28 de agosto de 2014

O DOUTOR DA IGREJA

Um dos maiores gênios que a Humanidade já produziu, denominado pelos escritores eclesiásticos Mestre da Teologia, Escudo da Fé e Flagelo dos Hereges, entre outros títulos.
Agostinho nasceu em 13 de novembro de 354 em Tagaste, pequena cidade livre do proconsulado da Numídia, do Império Romano, ao norte da África. Seus pais, Patrício e Mônica, se bem que de honradas famílias, não eram ricos.
O genitor, ainda pagão, pertenceu à cúria da cidade — assembleia dos que compunham a cúria, uma divisão político-religiosa do povo romano.
Sua mãe, fervorosa cristã, criou Agostinho no temor de Deus desde os primeiros anos de sua infância. Inscreveu-o também no número dos catecúmenos.
Ainda na infância, o menino ficou gravemente enfermo e pensou-se em administrar-lhe o santo Batismo. Mas, tendo ele melhorado, foi adiada a recepção desse Sacramento, conforme costume da época.
Adolescente, afunda-se nos vícios.
A brilhante inteligência de Agostinho e sua fiel memória propiciavam-lhe muita facilidade para os estudos.
Esse fator inclinou seu pai, quando Agostinho terminou os estudos em Tagaste e Madaura, a pensar em mandá-lo para Cartago, a capital romana do norte da África, onde ele poderia prosseguir sua formação intelectual e chegar a reputado jurista.
O ano que Agostinho passou, esperando que seu pai juntasse o dinheiro suficiente para isso, foi-lhe funesto. Estava na exuberância dos seus 16 anos, cheio de vida e quimeras, e perdeu-se moralmente devido à influência deletéria de maus companheiros, que levavam vida debochada.
Declara ele em sua imortal obra Confissões: “Desde a adolescência, ardi em desejos de me satisfazer em coisas baixas, ousando entregar-me como animal a vários e tenebrosos amores”!
“Desgastou-se a beleza da minha alma e apodreci aos teus olhos [ó Deus], enquanto eu agradava a mim mesmo e procurava ser agradável aos olhos dos homens”.
Chegando por fim à famosa Cartago, aos 17 anos, logo se uniu à turbulenta mocidade acadêmica da cidade. Iniciou em seu curso de retórica o estudo de Virgílio, poetas e escritores latinos.
Descobriu em Cícero a atração da filosofia, e a ela entregou-se com ardoroso fervor.
Aos 19 anos uniu-se em ligação pecaminosa a uma donzela, com quem viverá 15 anos, só rompendo esse criminoso vínculo ao se converter. Ela lhe deu um filho, Deodato.

Aliciado pela heresia maniquéia

Em busca da vã curiosidade, “caí nas mãos de homens desvairados pela presunção, extremamente carnais e loquazes. Suas palavras traziam as armadilhas do demônio, numa mistura confusa do Teu nome com o de Nosso Senhor Jesus Cristo e do Espírito Santo consolador”.
Eram os hereges maniqueus. Agostinho tornar-se-á um de seus ardentes defensores, pervertendo para a seita vários amigos católicos. Durante nove anos permanecerá em suas malhas.
No ano 375, tendo terminado seus estudos, voltou para Tagaste, onde ensinou com sucesso gramática e retórica. Como ele se obstinava na heresia, sua mãe não quis acolhê-lo em casa.
Tendo, porém consultado um bispo a respeito, este a aconselhou a recebê-lo, dizendo que um filho de tantas lágrimas não podia perder-se. Entretanto, depois da morte de um amigo muito íntimo, para esquecer a dor, Agostinho voltou para Cartago, onde continuou a ensinar retórica com o mesmo brilho.
Apesar de maniqueu, Agostinho tinha muitas dúvidas a respeito do que lhe era ensinado pela seita. Mas todos lhe diziam que o “bispo” deles, Fausto, responderia maravilhosamente a todas suas objeções.
Ora, em 378, Fausto foi a Cartago. Este, apesar de ter palavra fácil e verbosidade atraente, acabou por reconhecer que não tinha respostas para as indagações de Agostinho.
Com isso, “o ardor que eu tivera em progredir na seita que abraçara, arrefeceu completamente logo que conheci esse homem, mas não a ponto de desligar-me radicalmente dos maniqueus.[...]
Decidira contentar-me temporariamente com ela, até encontrar algo mais claro, que merecesse ser abraçado”. E esse algo ele encontraria, não em Cartago, mas em Milão.

Rumo à conversão e à santidade

Aos 29 anos, ainda inquieto em busca da verdade pela qual aspirava, Agostinho resolveu ir para a Itália. Em Roma lecionou retórica, mas acabou trasladando-se para Milão. Lá, sua mãe passou a morar com ele.
“A leitura das Epístolas de São Paulo, a influência de sua mãe, Mônica, e do bispo de Milão, Ambrósio, levaram-no a se reaproximar dos cristãos.
Como ele narra nas Confissões, depois das reviravoltas de suas hesitações ele vive um momento intenso de dilaceração interior. Tal compunção o decide a se converter”. Mas esse processo de conversão durou três anos.
Enfim, na véspera da Páscoa de 387, ele é batizado por Santo Ambrósio juntamente com seu filho Deodato e vários discípulos.
Depois do batismo, Agostinho resolve voltar para a África. Em Óstia, perto de Roma, dá-se o famoso êxtase em que ele e sua mãe são arrebatados quando consideravam a vida futura.
Pouco antes havia falecido seu filho, aos 15 anos de idade. E Santa Mônica logo o segue ao túmulo. “Em toda a literatura não há páginas com mais refinado sentimento do que a história de sua santa morte e a dor de Agostinho [Confissões, IX]”.
Novamente em Tagaste, viveu retirado do mundo durante três anos, em comunidade religiosa com seus amigos, em oração, estudos e penitências.
Aclamação do povo e sacerdócio
Um dia no ano 391, em que tinha ido a Hipona — onde a fama de sua santidade e saber já havia chegado —, estava ele rezando numa igreja, quando o povo o rodeou, aclamando-o e pedindo ao bispo Valério que lhe conferisse o sacerdócio.
Apesar de todos os seus protestos, ele teve que curvar-se à vontade de Deus.
A primeira coisa que Agostinho fez, quando ordenado, foi pedir ao bispo um lugar para erguer um mosteiro como o de Tagaste. Logo povoado de almas eleitas sob a direção de Agostinho, desse celeiro sairiam pelo menos 10 bispos para as dioceses vizinhas.
Apesar de não ser costume na África um sacerdote pregar estando o bispo presente, o bispo Valério incumbiu Agostinho de fazê-lo, e suas pregações tiveram sucesso imediato.
Não se podia resistir à força de sua argumentação nem à unção de suas palavras. Ele combatia sobretudo o maniqueísmo, que conhecia bem.
Num debate público com Fortunato, um de seus corifeus, de tal maneira o arrasou que este teve que abandonar Hipona.
Combateu inimigos da fé, desarmou infiéis
O bispo Valério, considerando o valor de Agostinho, temeu perdê-lo para outra diocese. Por isso, pediu ao Primaz de Cartago que o nomeasse seu bispo-auxiliar com direito à sucessão.
Mais uma vez Agostinho teve que se curvar ante a vontade da Providência. Pouco depois, com a morte de Valério, tomou posse da direção da diocese.
Mas quis que em seu palácio se observasse a regularidade religiosa, para que tivessem mais eficiência seus trabalhos apostólicos.
O santo bispo de Hipona foi um dos maiores defensores da ortodoxia em seu tempo tumultuado por heresias, combatendo-as com a palavra e com a pena.
Depois dos maniqueístas, combateu as heresias dos pricilianistas e dos donatistas, tão poderosos na África, onde já haviam infectado mais de quatrocentos prelados e combatiam os fiéis católicos a ferro e fogo. Agostinho obteve auxílio do Imperador Honório para a erradicação de tão perniciosos elementos.
Combateu também as heresias dos pelagianos, dos semi-pelagianos e dos arianos, vindos com a invasão dos godos.
“Enfim, Santo Agostinho não se contentou em combater os inimigos da fé e desarmar os infiéis, os hereges, os libertinos e os cismáticos. Quis trabalhar ainda mais pela Igreja, pois, além das obras polêmicas que compôs, redigiu tratados para todos os estados da vida civil e cristã.
Os casados, os viúvos, as virgens, os regulares, os eclesiásticos e os leigos encontram em seus livros as mais sólidas máximas para sua conduta.
Traçou os preceitos da gramática para as crianças; compôs uma retórica para os oradores; explicou as categorias para os filósofos; procurou, com muito trabalho e exatidão, o que havia de mais raro na Antigüidade para os curiosos; escreveu volumes inteiros de teologia positiva para os pregadores.
Tratou, com uma penetração maravilhosa, os mistérios da Religião: a Trindade, as processões divinas, a Encarnação, a predestinação e a graça, para os teólogos; deixou para os místicos meditações todas de fogo e sublimes contemplações.
Forneceu grande quantidade de belas leis para os jurisconsultos; em uma palavra, enriqueceu a Igreja com inumeráveis escritos, armas temíveis e invencíveis para derrubar aqueles que tentassem atacá-la”.
Enfim, em 430 os bárbaros vândalos invadiram o norte da África e cercaram Hipona. Consumido pela tristeza, pois via naquilo a mão de Deus que castigava, Agostinho foi vitimado por uma febre que o prostrou ao leito.
Tendo sempre presente sua anterior vida pecaminosa, mandou que escrevessem na parede de seu quarto os salmos penitenciais, para os ter diante dos olhos o tempo todo, até entregar sua compungida e nobre alma a Deus, a 28 de agosto de 430.

Mereceu o glorioso nome de Doutor e defensor da graça, pela refutação que fez à doutrina errônea da graça, pregada pelo pelagianismo.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

O Sacramento da Confissão



Breve Preparação para a Confissão

Instituição
Jesus exerceu o poder de perdoar pecados, por exemplo, quando curou o paralítico. Deu esse poder aos apóstolos para a salvação das almas: “Em verdade, eu vos digo, tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado também no céu” (Mt XVIII, 18).
Tudo o de que a Igreja necessita, tem. E nesse tudo está incluído o poder de perdoar os pecados, pois que o fim da Igreja é a salvação das almas.
E Jesus mesmo claramente disse, após a Ressurreição: “A paz seja convosco, como meu Pai me enviou assim também eu vos envio”.
Dizendo isto, soprou e lhes disse: “Recebei o Espírito Santo; àqueles a que perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados, e àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos” (Jô XX, 21-22).

Obrigação

Confessar-se ao menos uma vez cada ano – é o que diz o 2º Mandamento da Igreja. Quem não o fizer, comete pecado mortal. Mas o bom cristão procura confessar-se frequentemente.
Depois do Batismo, é só a Confissão que apaga os pecados mortais, exceto em caso de impossibilidade em que basta um ato de contrição perfeita com o desejo de se confessar. Convém frequentar este sacramento para aumento da graça e o robustecimento de nossa alma contra o mal.

Modo de confessar-se

Para fazer boa Confissão são precisas cinco coisas:
1)Exame de consciência: lembrar os pecados cometidos;
2)Arrependimento: ter pena e verdadeira dor de ter ofendido a Deus e detestar o pecado;
3)Propósito: prometer não pecar mais;
4)Confissão: contar todos os pecados (mortais, obrigatoriamente; os veniais, facultativamente), ao padre para ele, em nome de Deus, nos perdoar;
5)Satisfação: Executar a penitência que o padre impuser. Praticamente;

No Ato da Confissão

Dirigir-se recolhido ao confessionário e dizer “Padre, dai-me a bênção, porque pequei”.
Dizer em seguida quanto tempo faz que se não confessa.
Contar então claramente os pecados; se houver dúvidas, perguntar; ouvir as palavras do confessor e responder-lhe às perguntas.
É necessário declarar todos os pecados mortais ainda não confessados, dos quais houver lembrança, indicando o número deles, ao menos aproximadamente, a espécie e as circunstâncias que mudam a espécie do pecado.
É muito útil e meritório acusar também os pecados veniais, embora não seja obrigatório. Após haver contado todos os pecados, pode-se acrescentar: “Peço perdão de todos os pecados e deles me arrependo”.

Ato de Contrição

“Eis-me, ó Senhor, humilhado na vossa presença e cheio de confusão e pesar por tantos pecados que cometi. Arrependo-me sinceramente porque vos amo, pois sois infinitamente bom e sumamente amável. Pesa-me também por ter perdido o céu e merecido o inferno. Perdoai-me e fazei que eu me emende e persevere na vossa graça até a morte, como proponho fazer com o vosso auxílio. Amém.”

Depois da Confissão 

Fazer propósitos de não pecar mais e rezar ou cumprir a penitência imposta.
Indenizar, se for o caso, ao próximo pelo dano que lhe foi causado por furto, por calúnia ou difamação.

?Somos todos marcianos¿



“Evidências indicam que somos todos marcianos”. A afirmação é do químico Steven Benner, do Instituto de Ciência e Tecnologia de Westheimer (EUA). Um estudo recente do cientista sugere que a vida pode ter começado em Marte antes de chegar ao planeta Terra.


Durante a Conferência de Goldschmidt, em Florença (Itália), Benner explicou que a forma como os átomos se uniram pela primeira vez para formar o RNA, DNA e proteínas (componentes moleculares dos seres vivos) sempre foi alvo de especulação entre os cientistas.
A forma como essas moléculas surgiram é misteriosa. Alguns pesquisadores especulam que o RNA (ácido ribonucleico) foi o primeiro a surgir na Terra. Para criar o RNA, os átomos precisam se alinhar de forma específica em superfícies cristalinas de minerais.
Alguns resultados da pesquisa de Benner sugerem que esses minerais precisam de elementos como boro e molibdênio, fundamentais na formação da vida a partir dos átomos. Dessa forma surgiria o RNA.
O problema é que o molibdênio influencia na formação da vida apenas quando se torna altamente oxidado. E essa forma de molibdênio não existia na Terra quando a vida surgiu, pois o planeta tinha pouquíssimo oxigênio, enquanto Marte tinha bastante.
Segundo Benner, isso é um forte indício de que a vida da Terra tenha chegado por um meteorito de Marte. Outro fator que reforçaria a tese de Benner é o clima seco do planeta vermelho, o que tornaria o ambiente mais propício ao surgimento da vida.
 
BLOG DO ANDRÉ CAFÉ
SÓ JESUS SALVA