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sábado, 4 de julho de 2015

Membrana sintética cresce como se fosse viva

Membranas estão entre os materiais de maior interesse tecnológico devido à sua enorme gama de aplicações, da biomedicina à dessalinização da água do mar.
Daí o interesse gerado pelo trabalho de Michael Hardy e seus colegas químicos e biólogos da Universidade da Califórnia em San Diego.
A equipe multidisciplinar desenvolveu uma membrana capaz de crescer de forma sustentável, como se fosse um ser vivo.
A expectativa é que essa membrana permita replicar o comportamento das membranas dos seres vivos, que até agora são modeladas por sistemas sintéticos que não permitem a adição de novos fosfolipídios.
"As membranas que nós criamos, embora sejam completamente sintéticas, imitam várias características dos muito mais complexos seres vivos, tais como a capacidade de adaptar sua composição em resposta a variações ambientais," disse o professor Neal Devaraj.

Fonte-it

CELULAR SOLAR

Talvez não seja necessário usar baterias para armazenar e usar à noite a energia captada por painéis solares durante o dia.
Rachel Huber e Amy Ferreira, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, criaram um novo tipo de célula solar que não libera a eletricidade gerada imediatamente, podendo armazená-la por semanas.
A técnica foi buscar inspiração na fotossíntese, processo no qual a energia solar é dirigida para estruturas celulares dentro das células, onde as cargas positivas e negativas são cuidadosamente separadas.
A nova célula solar usa dois componentes, um polímero doador de cargas, e, como receptor de cargas, um fulereno, um material à base de carbono. O polímero absorve a luz do Sol e repassa os elétrons para o fulereno.
A grande inovação consistiu em projetar a célula solar de tal forma que haja fulerenos internos, mesclados com o polímero, para que eles possam capturar os elétrons, e uma camada externa de fulerenos, onde os elétrons podem ser mantidos por semanas, sem se recombinarem com as cargas positivas (lacunas) nos polímeros.
Mas a coisa toda ainda não está pronta para ser colocada no telhado e começar a gerar e armazenar energia.
"Nós não colocamos esses materiais em um dispositivo real ainda; eles estão todos em solução. Quando nós os colocarmos juntos e fizermos um circuito fechado, então teremos chegado a algum lugar," disse o professor Yves Rubin.
Parece valer a pena investir nesse futuro dispositivo, uma vez que todos os materiais usados são baratos e a estrutura de polímero e fulereno constrói-se sozinha por automontagem: basta colocar tudo em solução, como eles estão agora nesse ponto do trabalho.
Fonte-it

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Senado aprova projeto da nova Lei de Migração

A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado aprovou hoje (2) o projeto que institui a nova Lei de Migração, que vai substituir o Estatuto do Estrangeiro, em vigor desde 1980. Aprovado em caráter terminativo, o texto segue agora para apreciação da Câmara dos Deputados, caso não seja apresentado recurso para votação pelo plenário do Senado.
De autoria do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), o texto muda a interpretação brasileira relacionada ao tratamento dado às pessoas de outros países que queiram viver ao Brasil, com a mudança do termo “estrangeiro”, em vigor desde a época da ditadura militar, para “migrante”.
“A matéria passa a ser inserida no contexto da proteção internacional dos direitos humanos mediante a incorporação dos três princípios gerais de direitos humanos: interdependência, universalidade e indivisibilidade”, diz trecho do relatório do senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), aprovado pela CRE.
O projeto de lei garante aos imigrantes condições de igualdade com os nacionais, prevê a inviolabilidade do direito a vida, a liberdade, a igualdade, a segurança e a propriedade, além de garantir os direitos e liberdades civis, sociais, culturais e econômicos, bem como o direito a liberdade de circulação no território nacional.
O projeto que instituiu a nova Lei de Migração regula a entrada e estada de estrangeiros no Brasil, estabelecendo normas de proteção ao migrante. O texto define “imigrante” como sendo toda pessoa, nacional de outro país ou apátrida, que transite, trabalhe ou resida e se estabeleça temporária ou definitivamente no Brasil, excluindo o turista.
O texto assegura “plenamente” os direitos originários dos povos indígenas e das populações tradicionais, em especial o seu direito a livre circulação nas terras tradicionalmente ocupadas. Pela proposta, a política migratória brasileira será regida também pelo repúdio e prevenção à xenofobia, ao racismo e a qualquer forma de discriminação, pela não criminalização da imigração e não discriminação em razão dos critérios e procedimentos pelos quais a pessoa foi admitida no território nacional.
De acordo com o projeto, a nova lei visa ainda a promoção da entrada regular e da regularização documental, acolhida humanitária, desenvolvimento econômico, turístico, social, cultural, esportivo, científico e tecnológico do Brasil e a garantia do direito a reunião familiar, além da igualdade de tratamento e de oportunidade aos migrantes e seus familiares.
Os migrantes, segundo o projeto, terão acesso igualitário e livre aos serviços, programas e benefícios sociais, bens públicos, educação, assistência, jurídica integral pública, trabalho, moradia, serviço bancário e seguridade social. O projeto de lei estabelece a proteção integral e defesa dos interesses das crianças e adolescentes migrantes, respeito a dispositivos de convenções, tratados e acordos internacionais, proteção dos brasileiros no exterior, promoção do reconhecimento acadêmico e do exercício profissional no Brasil e repúdio a práticas de expulsão ou deportação coletivas.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Sem prerrogativas inexistem advogados!

O artigo 133 da vigente Carta Magna determina que o advogado é indispensável à administração da Justiça, sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão, nos limites da lei.
Os artigos 6º e 7º da Lei nº 8.906/94 também asseguram que não há hierarquia nem subordinação entre advogados, magistrados e membros do Ministério Público, devendo todos tratar-se com consideração e respeito recíprocos.
Afirma ainda que as autoridades, os servidores públicos e os serventuários da Justiça devem dispensar ao advogado, no exercício da profissão, tratamento compatível com a dignidade da advocacia e condições adequadas a seu desempenho.
A lei garante ao advogado o direito de exercer a defesa plena de seus clientes, com independência e autonomia, sem temor do magistrado, do representante do Ministério Público ou de qualquer autoridade que possa tentar constrangê-lo ou diminuir o seu papel enquanto defensor das liberdades.
O advogado exerce um papel de serviço público e de função social ao atuar na defesa dos direitos do cidadão. As pessoas confiam seus interesses aos advogados, outorgando poderes, fornecendo informações e documentos para que sejam defendidas por esse profissional.
Em seu dia a dia, os advogados enfrentam sérias restrições para fazer valer suas prerrogativas.
Quem vive da advocacia sabe muito bem que, diariamente, em Pernambuco, na capital e no interior, profissionais são constrangidos e maltratados por autoridades.
Em nossas andanças por Fóruns e cidades percebemos a carência dessa representação. Em São Bento do Una, por exemplo, chegou-se ao cúmulo de um advogado no pleno exercício da profissão, ter sido agredido por um policial militar e sequer alguma ação judicial houve em sua defesa, seja civil ou criminal contra o agressor. Divulgação alguma do fato na imprensa.
Atitudes omissas como essa, demonstram o quanto distante encontra-se a OAB-PE da advocacia militante em nosso Estado.
Nós, que fazemos o movimento A Ordem É Para Todos estamos propondo a contratação de advogados para nos defenderem na capital e nas subseções, pois, o advogado como pessoa física não pode ficar exposto na sua própria defesa diante de qualquer arbitrariedade de uma autoridade pública, sendo necessário que o seu órgão coletivo o faça de uma maneira profissional, pondo fim ao amadorismo até então existente.
As prerrogativas são uma garantia do advogado e um direito do cidadão. Para falar de Justiça, é preciso ter independência e autonomia.
Infelizmente, estamos carentes destes requisitos essenciais na defesa de nossas prerrogativas através da atual gestão da OAB-PE. Os advogados pernambucanos não possuem uma entidade que esteja atenta e vigilante nas violações cotidianas que sofrem no dia a dia na sua atuação profissional.
Os advogados detêm prerrogativas indispensáveis para a independência de sua atuação profissional. Não são elas privilégios para uma determinada profissão, mas garantias inerentes a princípios de direito elementares, como o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa, fundamentais para a prestação da justiça com a isenção que é esperada do aparelho estatal, sem elas não existe advogado e sem advogado, não existe Estado Democrático de Direito.

Jefferson Calaça
Coordenador do movimento A Ordem É Para Todos
Diretor da Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas
Vice-presidente da Comissão Nacional de Direitos Sociais do Conselho Federal da OAB
Membro do Instituto dos Advogados Brasileiros


Aplicativos e aparelhos feitos para eles, os bebês

Nos últimos anos, foram criados inúmeros aparatos tecnológicos feitos especialmente para bebês. A chamada “tecnologia de berço” veio para facilitar o trabalho dos pais e mostra que os gadgets tecnológicos cada vez mais fazem parte do desenvolvimento humano.
Veja abaixo uma lista de algumas invenções tecnológicas feitas para bebês. A maioria delas inspiradas nas próprias experiências de seus criadores como pais.

Chupeta-termômetro
A chupeta Pacif-i é dotada de um termômetro que mede a temperatura do bebê e envia o resultado diretamente para o smartphone dos pais. Ela também vem com um sensor que alerta se o bebê está engatinhando fora de uma área pré-definida pelos pais.
O aparelho foi criado pela empresa de gadgets Blue Maestro e deve estar no mercado ainda este ano.

Mamadeira inteligente
Criada pela empresa Slow Control, a Gigl ajusta o ângulo na hora da amamentação, registra a hora que o bebê mamou e a quantidade de leite ingerida. Os dados coletados são enviados para o smartphone dos pais. Modelos de Gigl  já estão sendo fabricados na China.

Embalador de sono
O SoundSleeper é um aplicativo que monitora se a criança está dormindo e ativa um embalador de sono que reproduz barulhos que ajudam bebês a dormir, como o som da chuva. Ele também monitora a quantidade de horas que o bebê dormiu. Ele está entre os 100 aplicativos mais vendidos da AppStore.

Escova de dentes inteligente
Com sede no Vale do silício, Califórnia, a empresa Grush criou um tipo de escova de dentes que promete tornar a limpeza bucal mais divertida. Ela funciona como um jogo, onde a criança visualiza a escovação, limpando da boca os monstros que estão escondidos nos dentes. Ao terminar, a criança recebe uma pontuação.
A escova foi lançada em janeiro deste ano, na feira de tecnologia Consumer Electronics Show, feita anualmente em Las Vegas, EUA.

Analisador de choro
O aparelho WhyCry analisa o choro do bebê e descobre com precisão o motivo da perturbação. Ele foi criado pelo engenheiro espanhol Pedro Monagas, da Universitat Politècnica de Catalunya, Barcelona.
Em entrevista à BBC, Monagas disse que decidiu criar o aplicativo para descobrir por que seu filho recém-nascido chorava. Ele pediu a amigos que também tinham bebês que gravassem o choro e enviassem para ele.
Após uma análise, o engenheiro percebeu que as ondas sonoras dos choros de fome, cansaço, tensão, irritação e tédio tinham formatos diferenciados. Foi então que ele criou o “decodificador de choro”.
Monagas testou o aparelho em hospitais de Barcelona, Cidade do México e Seul e obteve um resultado de 95% de precisão.


?Terra: sexta extinção em massa¿


        Os cientistas dizem que a Terra está à beira de uma sexto “evento de extinção em massa”. Só que desta vez, o culpado não é um impacto de um asteroide maciço ou explosões vulcânicas ou a convergência dos continentes que interrompe a circulação dos oceanos, como aconteceu cinco vezes no passado. Os culpados agora são os seres humanos.
Em um estudo publicado na revista Science Advances na semana passada, os biólogos descobriram que a Terra está perdendo espécies de mamíferos 20 a 100 vezes mais do que a taxa do passado. As extinções estão acontecendo tão rápido, que poderiam rivalizar com o evento que matou os dinossauros em 250 anos. Os cientistas afirmam que a atividade humana é responsável pela velocidade sem precedentes das perdas.
Desde 1900, acredita-se que 69 espécies de mamíferos tenham sido extintas, juntamente com cerca de 400 outros tipos de vertebrados. Evidências de extinção de animais invertebrados e outros tipos de seres vivos são muito mais difíceis de encontrar, dizem os pesquisadores, mas há pouca razão para acreditar que o resto da vida na Terra esteja se saindo melhor.
Esta perda rápida de espécies é alarmante o suficiente, de acordo com os autores do estudo, mas poderia ser apenas o começo.
Fonte-opiniao



sexta-feira, 26 de junho de 2015

Alquimia moderna


Químicos conseguiram ver pela primeira vez um elemento químico transformando-se em outro.
E, durante esse processo, eles inesperadamente descobriram uma forma de tornar mais eficazes os tratamentos de radioterapia para o câncer.
Alex Pronschinske e seus colegas da Universidade de Tufts, nos Estados Unidos, flagraram todo o processo durante o qual o iodo-125, um isótopo radioativo usado em terapias contra o câncer, se transformava em telúrio-125, um isótopo não-radioativo do elemento telúrio.
A transformação de um elemento em outro foi documentada em um experimento no qual Pronschinske colocou o iodo-125 em uma única gota de água e a depositou sobre uma camada fina de ouro. Quando a água evaporou, os átomos de iodo se ligaram com o ouro. Ele então colocou a amostra no microscópio, e ficou esperando para ver.
Os átomos de iodo-125 têm uma meia-vida de 59 dias, o que significa que metade dos átomos de uma amostra desse radioisótopo irá decair nesse período, liberando uma grande quantidade de energia e se tornando um isótopo de telúrio.
O problema é saber o momento exato para olhar no microscópio e flagrar um único dos bilhões de átomos presentes na amostra passando por esse processo.
Isso exigiu que a equipe fizesse turnos de até 18 horas de trabalho durante várias semanas, até finalmente flagrar o processo de decaimento em toda a sua glória.
A equipe descobriu que, durante o processo de decaimento, a emissão de elétrons de baixa energia do iodo-125 misturado com ouro é seis vezes maior do que a emissão do elemento radioativo isoladamente, como ele é usado hoje nas radioterapias.
Os elétrons de baixa energia são muito eficazes nos tratamentos oncológicos porque eles quebram o DNA das células doentes, mas viajam distâncias muito curtas, o que inibe sua ação sobre as células saudáveis - esses elétrons viajam apenas de 1 a 2 nanômetros, o que pode ajudar a tornar as radioterapias mais eficazes e mais precisas.
A equipe agora pretende fabricar novas amostras de iodo-125 sobre películas ou nanopartículas de ouro e testar seu uso em tratamentos oncológicos. As nanopartículas poderiam ser atreladas a anticorpos que as levem até os tumores, onde farão seu trabalho durante vários dias até o decaimento de toda o fármaco, afetando menos os tecidos saudáveis.


Download de energia pelo celular

Colheita de energia

Há poucos dias, o anúncio de uma tecnologia que permitirá que celulares façam download de energia do ar chamou a atenção da imprensa.
Mas como essa tecnologia funciona? Sobretudo, como os aparelhos podem funcionar se a energia que eles emitem for capturada de volta para recarregar a bateria?
Na verdade, a ideia de converter sinais de rádio em energia é tão antiga quanto a eletricidade comercial.
Nikola Tesla ficou famoso por suas tentativas de transmitir eletricidade pelo ar, uma ideia que está renascendo através de técnicas conhecidas como Witricity - uma "eletricidade sem fios".
Mas é mais simples tentar reaproveitar as ondas eletromagnéticas que já nos cercam porque as ondas de rádio são apenas uma forma de corrente alternada de frequência muito alta.
Além disso, elas já estão sendo transmitidas e, em grande parte, desperdiçadas, já que apenas uma pequena porção delas atinge um aparelho projetado para captá-las.

Recaptura de energia

Sendo apenas corrente alternada, a captura de energia do ar precisa apenas de uma antena adequada, que capte a energia das ondas de rádio presentes no ambiente, e aparelhos que as transformem na corrente contínua que alimenta os aparelhos eletrônicos ou recarrega as baterias - os carregadores de baterias, aquelas pequenas caixas que você espeta na tomada, são retificadores, ou seja, conversores da corrente alternada em corrente contínua, e transformadores, para baixar a tensão para a quantidade de volts adequada para cada aparelho.
A quantidade de eletricidade capturada desta forma não é grande, mas a miniaturização dos aparelhos e seu menor consumo de energia está tornando essa chamada "colheita de energia" uma opção interessante.
Por exemplo, o anúncio mais recente sobre o "download de eletricidade" consegue economizar até 30% da bateria de um celular. Ocorre que ele não se baseia na captura da energia desperdiçada e espalhada pelo ambiente, mas da energia dissipada na transmissão do próprio aparelho.
O truque consiste em capturar o sinal de rádio em uma intensidade que não seja suficiente para degradar a qualidade das transmissões de dados ou voz. A produtividade da técnica é razoável porque os telefones celulares transmitem em todas as direções ao mesmo tempo - esta é a forma mais rápida para um aparelho portátil alcançar a torre de celular ou o roteador Wi-Fi mais próximo.
A técnica só funcionará, portanto, quando o celular estiver transmitindo - quando você estiver falando ao telefone, enviando e-mails, arquivos ou mensagens de texto. Se você estiver apenas jogando off-line, sua bateria continuará sendo drenada como de costume.

Antenas especiais

Técnicas baseadas em metamateriais, sobretudo com antenas capazes de capturar várias frequências de ondas de rádio, prometem estender essa técnica para outros usos, recarregando continuamente baterias e pilhas usadas em outros aparelhos.
Um sistema de reciclagem de energia demonstrado recentemente, baseado em metamateriais, já consegue produzir 7,3 volts, mais do que a tensão dos carregadores USB.
Como a luz também é uma onda eletromagnética, o princípio está sendo aplicado igualmente a células solares, que, dotadas de antenas próprias, tornam-se capazes de capturar uma porção maior do espectro eletromagnético.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Aprovado aumento da pena mínima para estupro de menor ou deficiente

A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou proposta que aumenta a pena mínima de oito para 10 anos de reclusão nos casos de estupro de menores de 14 anos ou de pessoas doentes ou com deficiência física, mental ou intelectual – a pena máxima é mantida em 15 anos.
A proposta, que modifica o Código Penal (Decreto-lei 2.848/40), também garante a pessoas com necessidades especiais o direito à prática sexual, desde que sejam capazes de manifestar sua vontade. A ideia é que o sexo no contexto de relacionamentos afetivos não seja enquadrado como crime.
Hoje, a lei considera estupro de vulnerável o ato sexual envolvendo pessoas com deficiência que não tenham “discernimento para a prática do ato” ou que não possa, por qualquer motivo, oferecer resistência.
A iniciativa inclui entre os casos de estrupo a relação sexual sem consentimento e exige provas de que o réu tenha se aproveitado dessa situação para que seja condenado. A ideia é que o sexo em relacionamentos afetivos não seja enquadrado como crime.
Fonte-dp


domingo, 21 de junho de 2015

Navegadores 20 vezes mais rápidos com Google, Microsoft e Apple

Quando Google, Microsoft e Apple se juntam, certamente, é para algo grande. O mais novo projeto que traz a participação das três gigantes é o WebAssembly, nova abordagem para códigos binários na Internet. A intenção é melhorar a performance de navegadores no carregamento de páginas na rede em até 20 vezes. A empresas farão um esforço conjunto de unificação de códigos e novas tecnologias.
Atualmente, o padrão é que os browsers usem JavaScript para interpretar seus códigos e permitir que os sites tenham certas funcionalidades, como formas e conteúdo dinâmico. O problema é que os códigos são, basicamente, arquivos de texto baixados de um servidor e compilados pela engine do browser, ou seja, um processo que pode demorar.
Algumas mudanças para otimizar o tempo de carregamento destas informações já vêm sendo feitas. Novos tipos de dados foram adicionados à linguagem e combinados ao asm.js, um padrão de alta performance do JavaScript. Assim, ele consegue chegar a uma velocidade um pouco maior.
Fonte-tt


 
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