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quinta-feira, 30 de julho de 2015

Finalidade do Sagrado Coração: atrair todos os corações ao d'Ele!


Já vimos que os intuitos de Nosso Senhor no escritos de Santa Gertrudes foi fazer conhecer a ternura do seu Coração, atrair desse modo a si muitos corações.
       Jesus também deu várias vezes sensivelmente os nossos corações a Gertrudes, e recebeu o coração da Santa em troca, para nos assinalar o dom mútuo dos corações que o seu amor pede entre Ele e nós.
      Conservou sempre o coração de Gertrudes fielmente unido ao seu, para nos servir ainda
de modelo:
“Gertrudes, dizia Jesus a Santa Mechtilde, adere de tal forma ao meu Coração, e conservo-a de tal forma unida a ele, que ela se tornou um mesmo espírito comigo.
Por isto ela vive em absoluta dependência das minhas vontades; os membros estão menos sujeitos ao coração do que Gertrudes está sujeita às minhas vontades.
Mal o homem diz à mão, pelo pensamento: faze isto; ao olho: olha; à língua: fala; ao pé: anda; logo, sem a menor demora, a mão, a língua, o olho, o pé obedecem.
Gertrudes é para mim como uma mão, um olho, uma língua de que disponho a meu talante, sem que lhes resistam a nenhum de meus desejos”.
      Jesus manifesta em particular a Gertrudes o quanto o seu Coração divino deseja a conversão dos pecadores. A Santa rezava um dia por uns malvados que haviam causado um grande prejuízo ao seu mosteiro.
      Nosso Senhor mostrou-se então a Gertrudes: estava com um braço dolorosamente dobrado e torcido, os nervos pareciam-lhe partidos. E Jesus lhe disse:
“Aqueles que me pedem pela conversão desses infelizes derramam um bálsamo salutar no meu braço doente, e com mão delicada reconduzem pouco a pouco os músculos à posição primitiva”.
      Surpresa com este excesso de benignidade, Gertrudes disse a Jesus:
“Dulcíssimo Senhor, como podeis chamar vosso braço a tais pessoas tão indignas dessa honra? – Chamo-lhes assim com verdade, porque elas são do corpo da Igreja, de que me honro de ser a Cabeça.
Por isso o interesse das suas almas desperta em mim solicitudes inexprimíveis: o meu coração deseja com indizível ardor que esses infelizes se convertam”.

Maria Santíssima também é nossa Mãe! Mas como? Descubra aqui porque Maria Santíssima nos deu a vida para a graça


No entanto, essa vida sobrenatural é uma realidade bem superior a qualquer outra realidade criada,
Bem superior especificamente à vida natural, que nos é tão cara.
Os mártires sacrificaram alegremente sua vida natural em favor dela, e nós também devemos estar dispostos a perder nossa vida natural ao invés de perder o estado de graça, a exemplo do Filho de Deus, que encarnou e deu sua vida para pudéssemos merecer a vida da graça.
Em que consiste a vida sobrenatural, tão impalpável, no entanto tão preciosa? Ela é a própria vida de Deus, a vida de Nosso Senhor Jesus Cristo em nós.
São Pedro afirma que por meio da vida sobrenatural nós nos tornamos “participantes da natureza divina” (2 Ped. 1, 4) São Paulo escreveu:
“Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim” (Gal. 2, 20); “Minha vida é Cristo” (Fil. 1, 21); ensina ainda que nos tornamos um só corpo com Jesus Cristo, que é nossa Cabeça (1Cor. 12, 12).
Em um corpo, a mesma vida que anima a cabeça anima também os membros, e o próprio Nosso Senhor Jesus Cristo, antes de São Pedro e São Paulo, ensinou aos seus discípulos:
“Eu sou a videira e vós sois os seus ramos. Aquele que permanece em mim, e Eu nele, produz muitos frutos” (Jo. 15, 1 – 5).
A mesma seiva circula no tronco e nos galhos, a mesma vida circula em Nosso Senhor Jesus Cristo e em seus discípulos.
Essa participação na vida infinita e eterna de Deus nos é comunicada por Maria Santíssima. Como é que Nossa Senhora o faz?
A isso se pode responder: Nossa vida é Cristo, e Maria Santíssima nos deu Cristo, portanto nos deu nossa vida.
Pode-se responder ainda, tendo em vista que é por meio da graça que participamos da vida de Cristo: Sendo a graça a nossa vida sobrenatural, Maria Santíssima nos dá nossa vida sobrenatural por ter merecido, para nós, e distribuir-nos todas as graças.

Maria Santíssima também é nossa Mãe! Mas como? Descubra aqui porque Maria Santíssima nos deu a vida para a graça


Até os católicos menos instruídos sabem que Maria é sua Mãe.
       Antes mesmo de ter ouvido pronunciar as palavras Imaculada Conceição, virgindade, Assunção,toda criança que já consegue balbuciar uma oração sabe que a Mãe de Jesus é também sua Mãe.
       Mas qual o significado exato deste título?
       Grande é o número dos cristãos que, mesmo sendo devotos da Virgem, têm sobre a maternidade espiritual uma compreensão bem imperfeita e limitada.
Nossa piedade filial para com Maria, que tem seu fundamento nessa maternidade, não pode deixar de ser imperfeita e limitada se ela é mal compreendida.
Maria nos transmite a vida sobrenatural
      O que significa a maternidade espiritual?
     Por maternidade espiritual entendemos que Maria Santíssima nos deu a vida sobrenatural, tão verdadeiramente como nossas mães nos deram a vida natural.
Da mesma forma como nossas mães o fazem para a nossa vida natural, Nossa Senhora alimenta, protege, desenvolve e expande nossa vida sobrenatural a fim de conduzi-la à perfeição.
      Todo homem compreende a realidade da vida natural, porque a vemos, tocamos, sentimos e percebemos em todas as nossas atividades exteriores e interiores.
      Por assim dizer, a vida natural se confunde com a nossa identidade, e só tomamos consciência da nossa individualidade sentindo-nos viver.
      A vida natural é a grande realidade, de tal modo preciosa a nós que, se necessário, fazemos por sua conservação o sacrifício de todos os nossos outros bens terrestres, fortuna, prazeres, ambições.
     A fé nos ensina que, ao lado da nossa vida natural, há para o católico uma outra, dita sobrenatural ou espiritual, ou ainda “estado de graça”.
     Porém, como esta vida sobrenatural não pode ser vista, tocada e nem constatada diretamente, a muitos ela parece algo vago, etéreo, inconsistente, algo até negativo tratando-se da ausência de pecado grave.
Ou então, se nela há algo positivo, resume-se a uma relação exterior de amizade entre a alma e Deus. 

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Israel se prepara para guerra

A Força de Defesa de Israel, responsável pelas forças armadas do país, convocou de emergência centenas de milhares de reservistas. Será um dos maiores exercícios militares da história do Estado judeu.
O principal objetivo é conferir a capacidade terrestre, aérea e naval do país, bem como testar as unidades de resgate e cyberdefesa em sua capacidade para encarar situações emergenciais.
O exercício durará três dias e simulará diferentes tipos de ataques, vindos do Líbano, da Síria e da Faixa de Gaza. Incluindo situações como edifícios desabando, ataques com um grande número de mortes de civis e evacuação de espaços públicos.
Os milhares de reservistas foram avisados pelo telefone, para confirmar que estão disponíveis. Uma fração deles será chamada para comparecer nas bases militares nas próximas semanas.
A Força Aérea irá operar com suas bases aéreas em modo de emergência, a Marinha testará sua infraestrutura. “Pela primeira vez, as defesas cibernéticas serão parte de um exercício de Estado-Maior”, disse uma fonte ouvia pelo jornal The Jerusalem Post.
O tenente-coronel, Hai Rekah explica que “O objetivo é testar a capacidade dos batalhões de atuar nessas situações da maneira tão rápida e eficaz quanto possível”, disse ele.
A população será avisada que haverá um aumento no tráfego militar ao redor de escolas em várias cidades, com especial atenção para Tel Aviv. Esse é um dos maiores exercícios do tipo nos últimos tempos. Já é o segundo exercício em larga escala deste ano, em março foram mobilizados cerca de 13.000 reservistas, dos quais 3.000 participaram fisicamente das manobras.
Nem durante a guerra com Gaza no ano passado foram mobilizados tantos soldados.  Para analistas, isso pode indicar que Israel está se preparando para uma guerra iminente.
Recentemente, Israel recebeu ameaças em mais de uma frente, incluindo o Hezbollah, o Hamas e o Estado Islâmico. Um conflito com o Irã não está descartado.

¿¿ MODELO ALEMÃO PARA PROTEGER EMPREGO VAI FUNCIONAR NO BRASIL ??

Lançado no início deste mês pelo governo brasileiro como uma ferramenta para diminuir os efeitos da desaceleração econômica no mercado de trabalho, o Programa de Proteção ao Emprego (PPE) tem como inspiração uma medida que foi amplamente usada na Alemanha após a crise de 2009.
Chamado de Kurzarbeit (trabalho curto, em alemão), o programa é apontado por especialistas como uma das ferramentas responsáveis por frear drasticamente o aumento do desemprego na Alemanha nos meses posteriores ao estouro da crise, expandindo os incentivos para que os patrões não demitissem sua mão-de-obra. Esse modelo ainda é usado em alguns setores industriais que continuam afetados por outros fatores, como as sanções econômicas contra a Rússia.
Durante o pico da crise em 2009, o esquema atendeu cerca de 1,5 milhão de trabalhadores alemães e ajudou a preservar até 400 mil empregos, segundo um relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). À época, esse número segurou a taxa de desemprego em até 1%. Em junho deste ano, 18 mil trabalhadores alemães estavam trabalhando sob esse regime.
Nesse sistema, patrões e empregados acertam uma redução das horas de trabalho. O salário cai na mesma proporção, mas uma boa parte da diferença perdida (até 67% dependendo do caso) e várias contribuições passam a ser pagas diretamente pelo governo. A duração é variável, e costuma ser alterada dependendo das circunstâncias. Atualmente, as empresas alemãs podem adotar o esquema por 12 meses, mas no auge da crise, a medida chegou a ser aplicada por até dois anos.
Num exemplo livre, empregados de uma firma que experimenta uma queda na produção podem sofrer uma redução de 50% na jornada de trabalho. O salário, é claro, vai diminuir na mesma proporção, mas o governo vai ajudar a cobrir parte da diferença. Alguém que ganhe 2 mil euros pode passar a ganhar cerca de 1.700 euros e só vai trabalhar metade do tempo. Já os patrões se comprometem a não demitir ninguém no período de baixa.
O Kurzarbeit é antigo na Alemanha. Ele fez a sua primeira aparição antes da Segunda Guerra Mundial. Logo após a queda do Muro de Berlim e a Reunificação, a decadência da economia na porção leste do país levou a uma expansão sem precedentes do sistema. Em 1991, cerca de 1,6 milhão de trabalhadores foram incluídos no esquema, a maioria no leste.
Os defensores do esquema afirmam que, apesar de representar um gasto a mais para o governo, o Kurzarbeit ajuda a desonerar os cofres públicos, já que é mais barato pagar complementos salariais do que o total de uma parcela inteira de seguro-desemprego. Além disso, os patrões e os empregados continuam a contribuir para a previdência.
Num país como a Alemanha, que tem uma indústria superespecializada, também existe a vantagem para a empresa de manter, mesmo que parcialmente, sua mão de obra já treinada, evitando gastos extras com novos empregados quando a atividade voltar ao normal. Durante as horas paradas, o empregado realiza cursos de capacitação.
Durante a apresentação da versão brasileira, a presidente Dilma Rousseff apontou que seu governo buscou inspiração direta no modelo alemão. Apesar disso, os números brasileiros são bem menos ambiciosos dos que observados na Alemanha nos últimos anos.
De acordo com o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, o PPE vai incluir 50 mil trabalhadores até 2016 e vai custar cerca de 94,8 milhões de reais ao Fundo de Amparo do Trabalhador. É apenas uma fração do que foi observado na Alemanha. Somente em 2009, o governo alemão gastou cerca de 6 bilhões de euros (21,7 bilhões de reais) no programa.
Além disso, o PPE brasileiro prevê uma redução máxima de 30% da jornada de trabalho durante 12 meses. E o governo só vai complementar até 900 reais dos salários perdidos. Na Alemanha, não há limite para o corte de horas, e o trabalhador pode até ficar sem trabalhar.
Embora a indústria tenha se servido mais do Kurzarbeit na Alemanha, não há nenhuma regra que limite em que tipo de atividade ele pode ser posto em prática. Até mesmo empresas de design gráfico fizeram uso do esquema em 2009. No Brasil, também não há nenhuma restrição, mas o governo elegeu setores prioritários, como o automotivo, sucroalcoleeiro e frigorífico, entre outros.
Para especialistas, é enganoso pensar que o "modelo alemão" pode ser facilmente importado para um país como o Brasil, já que o sucesso do programa no país europeu dependeu de outros fatores.
Além disso, na Alemanha, ele foi combinado com outros programas para frear demissões, como o uso extensivo de um esquema de banco de horas em que o operário trabalha mais em épocas de bonança sem receber imediatamente a mais, mas depois não tem o salário reduzido em épocas de produção em baixa, quando a carga é reduzida. O Kurzarbeit por si só não é capaz de fazer milagres.
"Não há dúvida de que políticas governamentais como o Kurzarbeit e o banco de horas ajudaram as firmas alemãs a atravessar a tempestade de 2008 e 2009. Mas pode ser que ele só tenha sido efetivo porque várias reformas trabalhistas já haviam sido colocadas em prática antes da recessão e porque o declínio na demanda só foi sentido por um curto período de tempo", afirma Hermann Gartner, pesquisador do Instituto de Pesquisa Trabalhista (IAB), em Nurembergue, que fez um estudo sobre a viabilidade da aplicação do Kurzarbeit e de outras políticas nos EUA. "É enganoso ou pelo menos prematuro afirmar que proteções semelhantes funcionariam bem num país como os EUA, por exemplo."
O IAB, uma organização ligada à Agência Federal do Trabalho da Alemanha (BA), apontou em vários estudos as vantagens do Kurzarbeit, mas também sinalizou um possível efeito perverso do sistema, como ajudar a manter artificialmente o funcionamento de empresas que não são competitivas, mantendo a mão de obra presa em setores que estão em declínio, atrasando a realocação profissional.
Claudio Salvadori Dedecca, professor do Instituto de Economia da Unicamp e ex-presidente da Associação Brasileira de Estudos do Trabalho, afirma que o Kurzarbeit brasileiro pode não render os frutos esperados. Segundo ele, isso deve acontecer, sobretudo, porque no caso alemão, a expansão do programa veio acompanhada de uma sensação de que a crise seria passageira e porque o governo aplicou pacotes de estímulo para assegurar que isso acontecesse mais rapidamente.
“É uma ideia boa, mas no Brasil ela chega como uma iniciativa atabalhoada, sem uma estruturação. De nada adianta proteger o emprego agora sem uma iniciativa de recuperação econômica", afirma.
O governo finalmente anunciou as regras do PPE. As empresas que quiserem participar vão ter que, entre outras coisas, comprovar, por exemplo, dificuldade econômico-financeira e apresentar um indicador Líquido de Empregos (ILE) igual ou inferior a 1%.
Para o professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e especialista em direito do trabalho Luiz Guilherme Migliora, as regras impostas pelo governo vão dificultar a adesão ao programa.
"A execução está muito tecnocrata e vai criar um inferno burocrático. Talvez a adesão nem chegue a esses poucos 50 mil por causa dos entraves", diz. "A impressão que deu é que se criou só um fato político com o anúncio, sem um acompanhamento econômico. Se não der certo, o governo pode falar que criou o programa e que foram as empresas que não aderiram."
Migliora também concorda que ainda que a execução do programa venha a ser simplificada, ele será inócuo sem uma perspectiva de recuperação econômica. "Nenhuma empresa vai achar vantajoso vencer essa burocracia para guardar seus empregados se não houver uma perspectiva de que as coisas vão estar melhores no fim do prazo de 12 meses", diz.

Fonte: Deutsche Welle

A vacina contra dengue

        A vacina contra dengue do laboratório francês Sanofi é eficaz em mais de 80% dos pacientes afetados pela infecção, de acordo com uma nova análise independente publicada nesta segunda-feira.
A vacina experimental permitiu que fosse evitada a hospitalização de 80,8% das crianças a partir de nove anos, que participaram de três testes clínicos analisados pelo periódico médico americano New England Journal of Medicine (NEJM). Na faixa de dois a oito anos, a eficácia média foi de 56%.
Em 93,2% dos casos, a vacina também protegeu contra a forma mais grave da doença no grupo de crianças de nove a 16 anos; e, em 44,5%, no grupo de dois a oito anos, afirmaram os autores da análise.
Também se observou, porém, um aumento inexplicável de casos de internação por dengue durante o terceiro ano da vacina entre as crianças com menos de nove anos. Os pesquisadores sugerem que o fenômeno deve ser "cuidadosamente observado" no longo prazo.
"O risco de contrair dengue era menor entre as crianças vacinadas do que entre as que não foram", concluíram os responsáveis pelo estudo.
Em nota, a Sanofi disse que "essa vacina experimental tem o potencial de reduzir significativamente a carga que essa doença tem nos países onde é endêmica".
Os dados publicados no NEJM correspondem a um período de três a seis anos em três testes clínicos realizados com 10.275 e 20.869 pessoas, respectivamente. Os participantes são do Pacífico Asiático e de regiões tropicais e subtropicais da América Latina.
A incidência de dengue cresceu de forma acentuada desde a década de 1950, com 50 milhões de casos anuais. Destes, cerca de 500.000 são do tipo hemorrágico, mortal em mais de 20% dos casos, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Beijo na boca é mais perigoso que cigarro

       Para os beijoqueiros de plantão, uma má notícia: beijar na boca ultrapassou o ato de fumar e beber álcool como principal fator de risco para o desenvolvimento de câncer de cabeça e pescoço. O beijo de boca aberta ou de língua pode passar o vírus do papiloma humano (HPV), que, segundo o cirurgião Mahiban Thomas, do Royal Darwin Hospital, na Austrália, foi responsável por um “tsunami” de casos da doença. Os dados são do jornal Daily Mail.
O HPV é comumente associado ao câncer do colo do útero , há mais de 100 tipos do vírus e apenas oito de alto risco para causar a patologia. “Se você olhar para os números que saem dos Estados Unidos, 70% dos casos de câncer de cabeça e pescoço são devido ao HPV. Se você tem uma infecção por HPV, tem 250 vezes a chance de desenvolver câncer do que alguém que não tem HPV”, disse o médico, que é chefe de cirurgia maxilofacial, de cabeça e pescoço. Ele ainda alertou que o risco de contrair o vírus aumenta com o número de parceiros que beija e que as pessoas também subestimam os riscos associados ao sexo oral.

Dormir pouco é ‘tão ruim para a saúde quanto fumar’

As pessoas que se vangloriam sobre encarar o dia tendo dormido menos de cinco horas devem saber que esse hábito faz tão mal para a saúde quanto fumar, por causa do dano que pode ser causado pela privação de sono, declarou o neurocientista da Universidade de Oxford Russell Foster.
O comentário do pesquisador segue estudos que sugerem que trabalhar no turno da noite acelera o processo de envelhecimento e está ligado ao aumento dos riscos de câncer, doenças cardíacas e diabetes do tipo dois. Foster, diretor do Instituto de Neurociência de Sono e Ciclo Circadiano, apelou para uma mudança de atitudes no sentido de ir dormir cedo.
“Há certamente uma cultura de, bem, eu tive apenas cinco horas de sono na noite passada, olha como sou fantástico!”, ironizou ao jornal inglês “Telegraph”. “Na verdade, nós devemos condenar esse tipo de coisa, da mesma forma que desaprovamos fumar. Acho que devemos começar a reprovar o hábito de não levar a sério o nosso sono.”
Segundo o especialista, negligenciar o ato de dormir pode causar riscos não apenas em empregos como saúde e transporte, em que os perigos eram óbvios, mas também pode danificar a qualidade das decisões cruciais.
“A falta de sono danifica toda uma série de habilidades, empatia, informação de processamento, capacidade de lidar com as pessoas. Além de tudo, você fica excessivamente impulsivo, com dificuldade de raciocínio”, pontuou. “Olhe para as recentes decisões sobre a crise grega. Vemos grandes debates que atravessam a noite, o que tem um impacto enorme, e as decisões são tomadas quando as habilidades estão muito prejudicadas.”
Foster acrescentou, ainda, que muitos daqueles que se levantam antes do amanhecer não estavam cientes do quão mal isso pode fazer para o funcionamento de seu cérebro. Para ele, às quatro horas da manhã a nossa capacidade de processar informações é semelhante à quantidade de álcool que nos faria ficar “legalmente bêbados” – tão mal quanto se tivéssemos “bebido alguns uísques e cervejas”.

terça-feira, 28 de julho de 2015

Wi-Fi reflexivo

Engenheiros do Laboratório de Propulsão, a Jato da NASA, e da Universidade da Califórnia em Los Angeles desenvolveram uma tecnologia que reduz drasticamente a energia necessária para enviar informações a partir de aparelhos portáteis.
Se a energia necessária para transmitir e receber informações de um computador, celular ou relógio inteligente for reduzida, isto significa desfrutar mais tempo das funcionalidades do aparelho antes de ser necessário recarregar sua bateria.
Adrian Tang e Frank Chang criaram um chip que, em vez de usar os tradicionais transmissores e receptores Wi-Fi, simplesmente reflete os sinais presentes no ambiente. Isto permitiu transmitir informações até três vezes mais rápido do que uma conexão Wi-Fi convencional.
"A ideia é que, se o dispositivo portátil só precisa refletir o sinal Wi-Fi de um roteador ou torre de celular, em vez de gerá-lo, o consumo de energia pode despencar, e a vida útil da bateria decolar," disse Tang.

Piloto automático para caminhões

Engenheiros da USP em São Carlos (SP) apresentaram o primeiro protótipo de um caminhão autônomo totalmente desenvolvido por pesquisadores brasileiros.
A tecnologia aplicada no veículo, um caminhão Scania G360 6×4, é fruto do convênio de cooperação tecnológica firmado em 2013 entre a montadora sueca, a Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) e o Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC).
Apesar de ainda se tratar de um protótipo, que circula apenas em uma área restrita dentro do campus da universidade, os resultados obtidos projetam um futuro promissor para os caminhões autônomos.
Operações confinadas em áreas como portos, aeroportos, fábricas ou minas, além de roteiros predefinidos, poderão utilizar essa solução em benefício da produtividade e segurança. "O sistema autônomo não vai substituir os motoristas, mas foi criado para ajudá-los a cumprir suas tarefas com mais segurança e tranquilidade", disse o professor Denis Wolf.
 
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